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Foto: Capa do Album "Caju"

Liniker: Uma Trajetória de Sucesso com o Lançamento de "Caju"

 

Linker saiu de Araraquara para lançar "Caju", seu segundo álbum de carreira solo, influenciada por soul, jazz e samba. Mas, antes disso, com "Índigo Borboleta Anil", ela se lançou ao mundo com seu primeiro disco solo. Esse álbum trouxe uma mistura de samba, rock, hip hop, jazz, samba e outros gêneros da musicalidade negra, referências da sua infância e família.

 

"Índigo" é um disco com personalidade e amor, e "Caju" segue a mesma linha. Indo na contramão da indústria fonográfica, todas as músicas foram lançadas ao mesmo tempo, algumas com durações de 7 a 8 minutos. Em tempos de pressa, Liniker propõe um desaceleramento, criando um álbum para ser ouvido com paciência e calma, um verdadeiro convite para degustar esse "caju".

 

Aos 29 anos, a canceriana já alcançou conquistas significativas em sua carreira. Em 2022, tornou-se a primeira travesti a ganhar o Grammy Latino, vencendo na categoria de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira com "Indigo Borboleta Anil" e melhor canção em língua portuguesa com "Baby 95". Em 2023, foi imortalizada na Academia Brasileira de Cultura, sendo a primeira travesti a ocupar esse espaço.

 

Além da música, Liniker foi protagonista da série "Manhãs de Setembro", na Amazon Prime, onde interpreta uma travesti que se descobre mãe, lidando com questões de amor, relacionamento familiar e amizades.

 

Em menos de 24 horas após o lançamento de "Caju", o álbum alcançou seis milhões de reproduções e, na quinta-feira, já tinha atingido dez milhões. Quatro de suas canções entraram no top 200 do Spotify Brasil e no iTunes. "Caju" conquistou o primeiro lugar como o álbum mais comprado na plataforma no país. O boné com a logo do álbum esgotou em apenas cinco minutos após ser colocado à venda.

 

Texto: Ana Vitoria Gaspar da Silva

27/08/2024

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